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Hierarquia e redes colaborativas: um estudo sobre "A Cor da Cultura". In: ENCONTRO DA ANPAD (2017, 01-04 outubro, São Paulo, SP).
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Hierarquia e redes colaborativas: um estudo sobre "A Cor da Cultura". In: ENCONTRO DA ANPAD (2017, 01-04 outubro, São Paulo, SP).

2.017 São Paulo: ANPAD, 2017 Anais eletrônicos...   MILAGRES, Rosiléia das Mercês;  SILVA, Samuel Araújo Gomes da;  REZENDE, Otávio. Trabalho de evento Milagres, Rosiléia das Mercês MILAGRES, Rosiléia das Mercês;  SILVA, Samuel Araújo Gomes da;  REZENDE, Otávio. Alguns teóricos defendem que as redes colaborativas são estruturas autorreguladas e que sua estratégia de coordenação deve ser essencialmente horizontal e à sombra de uma "hierarquia". Por outro lado, outros assumem que a estruturação de processos de coordenação e o estabelecimento de papéis, entendidos como necessários para o alcance dos resultados pretendidos, é o que hierarquiza os relacionamentos entre diferentes atores. Com base nesse aparente contraponto, o presente artigo se dedica ao entendimento da estrutura de coordenação da rede A cor da cultura - ACDC. Especificamente, busca-se compreender como os instrumentos de coordenação da rede ACDC se comportaram e como eram percebidos. Para tanto, parte-se das seguintes perguntas: a ACDC pode ser caracterizada como uma rede autorregulada ou como um arranjo hierarquizado? E quais são as funções/disfunções dos elementos de coordenação da rede? Os resultados do estudo de caso apontaram que a forma como os instrumentos de coordenação foram adotados levou alguns componentes a perceberem a rede ACDC como um arranjo hierarquizado. Contudo, há indícios que foi a adoção destes instrumentos que permitiu o alcance dos resultados pretendidos. Ou seja, o caso demonstrou a possiblidade de convivência entre uma rede e mecanismos hierárquicos de coordenação. Português