Minidocumentário
Relacionando a pesquisa de Acemoglu, Johnson e Robinson ao desenvolvimento brasileiro.

Autor: Bruno Carazza (opens in new tab)
Questão-chave: quais aprimoramentos são necessários para iniciar a transição de instituições extrativistas para instituições inclusivas no Brasil?
De acordo com os agraciados com o prêmio Nobel de Economia em 2024, Daron Acemoglu, Simon Johnson e James Robinson, o desenvolvimento econômico está diretamente relacionado com o tipo de instituições construídas pelos países.
Em geral, nações cujo sistema político estimula o império da lei (rule of law), a competição eleitoral e econômica e a participação social no processo decisório geram mais inovação e prosperidade coletiva. Por outro lado, em países onde prevalece o patrimonialismo, o compadrio e a corrupção (instituições extrativistas), predomina a concentração de renda e de poder nas mãos de uma pequena elite, em detrimento do interesse público.
Para a construção deste ensaio, foram desenvolvidas as seguintes atividades:
I) Minidocumentário | Relacionando a pesquisa de Acemoglu, Johnson e Robinson ao desenvolvimento brasileiro.
Destaca o caráter extrativista das instituições brasileiras e os desafios para torná-las mais inclusivas. Alguns tópicos abordados:
Apresentar os principais aspectos da teoria de Acemoglu, Johnson e Robinson.
Relacionar as instituições brasileiras com nosso passado (colonialismo, escravidão, regimes autoritários e desenho do sistema político atual).
Participantes: Bruno Reis (UFMG), Eduardo Giannetti (USP), Luciana Servo (Ipea), Márcia Lima (Ipea), Marta Arretche (USP), Pedro Nery (IDP), Sergio Fausto (FFHC).
II) Roda de conversa | Debate sobre futuros positivos na perspectiva dos jovens.
Diálogo mediado pelos professores Bruno Carazza e Silvânia Sottani, com o objetivo de compreender a visão de jovens de diferentes estratos sociais sobre as oportunidades e as perspectivas do Brasil.
Participantes: alunos da graduação da FDC, jovens do Centro de Referência da Juventude de BH e do Conselho Municipal de Juventude.





III) Seminário presencial | Instituições inclusivas no Brasil.
Debate em formato de mesas-redondas sobre medidas concretas para tornar as instituições brasileiras mais inclusivas: regular o lobby, aumentar a competitividade no sistema político-eleitoral e reformar o processo legislativo para torná-lo mais transparente e participativo.
Mesa-redonda 1 | Regulação do lobby: Andréa Oliveira (FGV), Marcello Baird (ACT Saúde), Jean Castro (Abrig).
Mesa-redonda 2 | Redução de barreiras à entrada na política: Mônica Sodré (Meridiana), Débora Thomé (IDP), Sergio Simoni Jr. (USP).





Relacionando a pesquisa de Acemoglu, Johnson e Robinson ao desenvolvimento brasileiro.
Debate sobre futuros positivos na perspectiva dos jovens.
Instituições inclusivas no Brasil.
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