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Minha História com a Sustentabilidade
Responsabilidade e Sustentabilidade são assuntos cada vez mais incorporados no meio empresarial.
As organizações estão descobrindo que uma filosofia responsável gera negócios e perenidade para a empresa, desenvolvimento para a sociedade e benefícios para o meio ambiente.
Conheça histórias de quem já descobriu a importância da gestão sustentável e compartilhe, você também, a sua história.
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 | Enviado por email: 9/7/2009 11:12 by | |  | |
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|  | Por Vivian Blaso Consultora em Gestão para Sustentabilidade e Responsável pela área de comunicação e eventos do CBCS - Conselho Brasileiro da Construção Sustentável.
O tema sustentabilidade sugere uma quebra de paradigmas, uma reinvenção, ou seja, inovação. A sustentabilidade nos sugere uma nova forma de pensar e agir, é uma ruptura ao modelo cartesiano tradicional que colocava cada um no seu quadrado dentro das empresas. Talvez hoje, essa ruptura do modelo cartesiano também seja o grande paradigma da ciência contemporânea que busca sair do velho paradigma do homem antropocêntrico para o homem que está integrado ao todo e não é o centro do universo.
Em 2001 comecei organizando eventos sobre conscientização ambiental em Belo Horizonte, promovido pelo IETEC - Instituto de Educação Tecnológica a Ecolatina, Conferência Latino Americana sobre Meio Ambiente. Desenvolvemos várias ações de rua para chamar a atenção do público para as questões ambientais, como a campanha BH por um Belo Horizonte contra a poluição visual, 100 anos do rio são franscisco na praça da liberdade contra a transposição do Rio São Francisco. Já em São Paulo, fui coordenadora de Marketing e Sustentabilidade da Cerâmica Gyotoku, onde tive a oportunidade de implantar o programa de sustentabilidade na empresa.
Atualmente, além do meu blog Conversa Sustentável, realizamos eventos gratuitos para promoção da consciência sobre sustentabilidade e também atuamos com assessoria e consultoria em marketing e sustentabilidade para algumas empresas do setor da Construção Civil.
Estamos em fase de projeto piloto do Projeto Irradiar,que tem como missão irradiar as boas práticas de sustentabilidade através de ações de responsabilidade socioambiental, contribuindo para melhoria da qualidade de vida das pessoas que são influência ou são influenciadas pelos empreendimentos. Este projeto é destinado a Construtoras, Incorporadora, Empreendimentos Comerciais, Industriais que necessitam de um diálogo aberto com seus multistakeholders. O Irradiar tomou uma proporção tão grande que já registramos também o instituto irradiar que pretende ser uma ONG que visa atender aos objetivos sociais dos stakeholders que são influenciados pela construção civil no país.
Eu acredito que os retornos da sustentabilidade não são apenas financeiros, mas de evolução das empresas para inovação. É um caminho inevitável para competitividade e sobrevivência não só das organizações mas das pessoas. |  |
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 | Enviado por email: 21/7/2009 09:59 by Administrador Portal | |  | |
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|  | Por Robson Melo - Gerente de Relações Institucionais da ArcelorMittal
É com muito prazer que faço meu testemunho, principalmente porque tenho a certeza de que é pela Gestão Responsável da Sustentabilidade que teremos um novo "sistema" civilizatório, em que o antropocentrismo vai dando lugar para um respeito cada vez maior às muitas mais espécies e formas de vida. Essa é a palavra chave: VIDA. É ela o foco da sustentabilidade.
Falo em espécies e formas de vida, para não ser restrito aos não-humanos,e fazer notar também as formas de vida de muitos humanos, em que não incluídos no atual sistema, estão com sua dignidade desprezada.
A cidadania planetária que se começa desvendar, tem sua base onde estamos pisando. Portanto no nosso quintal, nas nossas ruas, nas nossas praias, nas nossas montanhas, nas nossas fábricas, nas nossas florestas, nas nossas redações de jornais, nas nossas escolas. Enfim em tudo com o que nos identificamos, por isso repito NOSSOS(AS). Não havendo essa identidade, não é possível se falar em Sustentabilidade. Assim é que as empresas, escolas, entidades que não se dedicam a servir à sua sociedade não podem falar em Sustentabilidade.
Fiz toda esta preleção para justificar a minha opção "apostolar" pela Sustentabilidade. Está cada vez mais óbvio que esse novo modo de conduzir as atividades humanas é que "elegerão" as empresas e sociedades que sobreviverão. Estas estão ou estarão atentas para que a produção e consumo de bens sejam de forma a que todos possam ganhar, ou ser compensados(monetariamente, ambientalmente e socialmente). Como executivo numa empresa de âmbito nacional já percebia isso, o que ficou mais evidente quando a empresa tornou-se de âmbito mundial.
Essa percepção foi aguçada e reforçada quando participei da primeira edição do GRS da Fundação Dom Cabral. Nesse programa, meu projeto aplicativo foi o de propor um programa de Educação de Lideranças para a Sustentabilidade, que veio a ser um dos projetos/produtos do Centro de Referência em Gestão Responsável para a Sustentabilidade dentro da própria FDC, do qual participei como representante da Empresa e hoje continuo como consultor/conselheiro convidado.
Um programa, tal como o GRS, deve mesmo estar sediado numa escola de negócios,no caso a Fundação Dom Cabral, já que é mesmo pelo setor empreendedor que tais mudanças vão ocorrendo no mundo. Assim, eu o recomendo a todos os empresários e executivos dos mais diversos empreendimentos, desde o setor extrativista às empresas de comunicação, passando pelos governos.
A minha experiência na Sustentabilidade tem início como Gestor de Processos Industriais, ainda quando falávamos em Qualidade Total, que se estendeu para a Gestão Ambiental, Responsabilidade Social, Relações Institucionais e Comunicação. Nesses anos todos, ficava mais evidente quão fundamental era a relação entre as pessoas para que se fizesse acontecer as mudanças que a Sustentabilidade nos propõe e desafia a cada dia. Nas relações com a comunidade evidenciou-se que não somos ilhas de negócios. Temos a quem prestar contas dia-a-dia, além de produzir retorno aos acionistas e atender com qualidade aos clientes.
O GRS da FDC, pela sua dinâmica, capacidade dos professores, a reunião das mais diversas experiências empresariais e outras institucionais, possibilita um amplo entendimento da questão e conhecer as mais diversas vivências na Sustentabilidade, trazendo sempre para discussão os dilemas que decorrem de se adotar essa nova postura civilizatória.
Por fim, por acreditar num jeito novo de conduzirmos as atividades humanas e num mundo melhor é que proponho um amplo programa nacional de desenvolvimento pela EDUCAÇÂO PARA A SUSTENTABILIDADE.
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 | Enviado por email: 18/8/2009 11:44 by | |  | |
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Me identifiquei com sua história.
Veja um flash da minha: Meu nome é Mônica Camilo, tenho 34 anos, casada, tenho uma filha de 04 anos. Sou formada em Administração de Empresas com ênfase em Mercadologia pela Universidade Anhembi Morumbi desde 2000, com louvor pelo TCC no terceiro setor. Adquiri uma experiência de 17 anos na área administrativa. Sou participante ativa de associações profissionais e movimentos sociais. Acompanhei os primeiros passos do estopim do terceiro setor que depois ficou conhecido como Responsabilidade Social e foi intitulado pelas corporações como Responsabilidade Social Empresarial – RSE, mas por motivos pessoais desviei o foco da minha paixão. Hoje, tentando voltar ao mercado, percebo que o título utilizado pelas corporações é o da Sustentabilidade. Recentemente participei da 2ª edição do Congresso sobre TIC Verde, realizado pela SUCESU-SP, o qual me colocou de volta e de frente com a minha paixão, o social.
Na busca de empresas de consultoria em sustentabilidade encontrei a sua e este link. Preciso urgentemente me atualizar, me integrar, participar e colaborar com o meio. Como não tenho recursos financeiros, mas acredito no meu potencial, me ofereço ao mercado como mão-de-obra voluntária em troca de conhecimento teórico e prático. MÔNICA CAMILO - mac_riva@yahoo.com.br
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 | Editado: 3/7/2009 12:31 by Administrador Portal | |  | |
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Por Flávia Moraes FCM - Consultoria em Sustentabilidade
Minha trajetória profissional em Sustentabilidade se inicia em Relações Públicas na Philips. Eu era responsável por projetos para diferentes públicos e entre eles Comunidade. Nesta época o projeto Comunidade se resumia a atender solicitações de pedidos de doações e visitas às fábricas da empresa. Algumas vezes era criado um projeto de "boa vizinhança" com a Comunidade do entorno e algum evento era organizado. Quando surgiu a campanha contra a Fome organizada pelo Betinho, eu fui responsável pela mobilização do público interno e foi exatamente neste momento que eu vislumbrei que existia na empresa uma motivação muito grande para engajamento em projetos de Responsabilidade Social. A partir daí foi criado o primeiro projeto de voluntariado da empresa e logo após o departamento de Responsabilidade Social. Com o passar do tempo este departamento foi crescendo e assumindo não só projetos de Responsabilidade Social, mas também projetos de Responsabilidade Econômica e Ambiental. Estava então criado o Departamento de Sustentabilidade que no ano seguinte passou a ser regional.
Hoje, já não sou mais responsável pelo departamento de Sustentabilidade da Philips e desde de setembro de 2008, abri a FCM Consultoria.
A FCM é uma empresa de consultoria em sustentabilidade que presta serviços de gestão estratégica para empresas privadas e do terceiro setor visando o desenvolvimento sustentável. Nosso trabalho tem foco na responsabilidade social corporativa e sustentabilidade partindo do princípio que negócios responsáveis são bons negócios e que instituições responsáveis são instituições viáveis, fortes e duradouras.
Acreditamos na construção de um mundo socialmente mais justo, manejando transações úteis, eqüitativas e inclusivas; ambientalmente correto – explorando mas ao mesmo tempo cuidando do planeta para as atuais e futuras gerações e economicamente viável produzindo riquezas através de bens e serviços que venham a contribuir para uma vida digna de todos.
Acima de tudo acreditamos que esta construção somente poderá ocorrer se desenvolvermos a responsabilidade individual. A ação individual, por menor que seja, pode operar mudanças significativas na vida das pessoas e do próprio planeta. Estes são os trabalhos que a FCM Consultoria, desenvolve:
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Programas de inclusão e valorização da diversidade, incluindo construção de redes.
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Assessoria na incorporação dos temas de desenvolvimento sustentável ao planejamento estratégico do negócio e nos processos da organização.
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Implementação de indicadores de sustentabilidade
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Criação de grupos de trabalho e comitês de sustentabilidade.
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Identificação de riscos e oportunidades relacionados a negócios sustentáveis e aos temas da sustentabilidade.
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Diálogos com stakeholders - identificação de expectativas de stakeholders e organização e estabelecimento de diálogos.
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Elaboração de modelos de responsabilidade socioambiental através de programas de investimento social privado - da concepção aliada à estratégia de negócios à implantação e operacionalização.
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Organização e implantação de projetos de voluntariado corporativo.
Sustentabilidade é um caminho sem volta. Não há saída para o planeta e a sociedade se não trilharmos o caminho da Sustentabilidade. Não acredito em organizações responsáveis. Acredito em pessoas responsáveis que trabalham nas organizações e criam mecanismos de controle e de indução da Sustentabilidade. Apoiada nesta crença, eu acho que o conceito "triple bottom" deve ser ampliado para um quarto "bottom" que é a responsabilidade individual. Apenas a título de ilustração, destaco este exemplos: quem degrada o meio ambiente ou lidera um "projeto verde" é um indivíduo. Quem pratica assédio moral, abuso de poder ou implementa um projeto de respeito e valorização da diversidade também é um indivíduo. Portanto, nada mais lógico do que focarmos nossos esforços para "educar" e conscientizar indivíduos, ampliando a visão sistêmica e os conceitos de interdependência. Aí sim, avançaremos para um patamar mais sustentável. Um outro ponto que considero de suma importância é compreender que as questões de sustentabilidade são amplas demais e devem ser mobilizados todos os setores da sociedade. Para conseguirmos assegurar que teremos futuro, será necessário cada vez mais, a construção de parcerias efetivas entre o primeiro, segundo e terceiro setor da sociedade. Levando-se em conta a magnitude das questões, está claro que sem convergência também não teremos futuro. As empresas por seus recursos financeiros, tecnológicos e humanos podem e devem liderar este processo de construção de interesses comuns e compartilhamento de visão de futuro para a humanidade.
Sempre acreditei que negócios responsáveis são bons negócios. Agora vou ainda "mais fundo" e acredito que as organizações que não incorporarem sustentabilidade nos seus negócios não terão futuro. A Sustentabilidade se dá em dois campos: de um lado minimizando, ou eliminando quando possível riscos ambientais, sociais e economicos e de outro lado inovando. A inovação deve ter como base o desenvolvimento sustentável. Os novos produtos e serviços devem ser necessários, relevantes e deverão contemplar os desafios que são colocados às empresas tais como: tecnologias limpas, diversidade, qualidade de vida, escassez de água, fome, envelhecimento da população, entre outros. Se as empresas conseguirem abandonar os velhos modelos de negócio e se prepararem para atender estes desafios, certamente não terão apenas retorno financeiro mas também estarão garantindo futuro de suas organizações. Sustentabilidade também traz os retornos já amplamente divulgados como reputação, fortalecimetno de imagem, aumento do valor da marca, engajamento e motivação de público interno, fidelização e ampliação de público consumidor, fortalecimento das relações com stakeholders.
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