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Núcleo Bradesco de Inovação

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Projetos de Pesquisa 

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Núcleo Bradesco de Inovação
Projetos de Pesquisa


Projetos em andamento


Estratégias de Inovação


A gestão da inovação tem ganhado diversas novas metodologias e ferramentas, que sem uma devida definição estratégica podem ser mal utilizadas, ou terem seus resultados prejudicados. Este projeto de pesquisa visa levantar a literatura acadêmica sobre o assunto, as ferramentas e metodologias desenvolvidas e aplicadas pelas consultorias de estratégia e gestão, e as práticas adotadas pelas empresas, gerando e compartilhando conhecimento sobre um assunto, aparentemente, ainda pouco explorado.

Objetivos:
  • Conhecer o conteúdo de artigos e livros publicados sobre estratégia da inovação, identificando os tópicos que compõem o tema.
     
  • Identificar, entre as consultorias que trabalham com inovação, aquelas que possuem abordagem própria para a estratégia da inovação,e conhecer as ferramentas e metodologias oferecidas por cada uma delas para a solução de problemas relativos à estratégia da inovação.
     
  • Verificar o grau de utilização das diversas ferramentas e metodologias identificadas pelas empresas que são hoje referência em inovação no Brasil.
     
  • Divulgar resultados do projeto de pesquisa no CRI e em artigo.
     

Inovações Ambientais

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Cada vez mais os conhecimentos se sobrepõem na atividade empresarial. A divisão do conhecimento gerencial em departamentos, células e até mesmo núcleos é uma fragmentação do conhecimento integrado, que permite a verticalização em determinados conhecimentos, mas fragiliza e limita o desenvolvimento de uma visão mais sistêmica do dia a dia empresarial. Esta proposta de pesquisa propõe romper os limites desta fragmentação integrando duas áreas de conhecimento que terão, nos próximos anos, uma grande relevância no mundo contemporâneo: a sustentabilidade, com foco ambiental, e a inovação.

As inovações ambientais devem ser vistas sob uma perspectiva abrangente, na medida em que não demandam, apenas, processos e comportamentos empreendedores, mas, também, o envolvimento dos mais diversos agentes, tais como o meio acadêmico, empresarial e a sociedade civil. Neste sentido, as políticas públicas não devem ser limitadas às legislações ambientais, que venham a estimular o novo posicionamento das organizações em face aos recursos naturais. Instituições públicas podem promover, também, uma atitude proativa de amparo para empreendedores ambientais, viabilizando o fomento à pesquisa, busca de conhecimentos e novos modelos de negócios, além de arranjos que estimulem o relacionamento entre os diversos stakeholders envolvidos.

É sob este espectro que surgiu o projeto “Rede Mineira de Inovações Ambientais”, realizado com o apoio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES-MG). O projeto visará a consolidação de Minas Gerais em um locus favorável ao desenvolvimento de inovações ambientais nas empresas, universidades e centros de pesquisa. As condições necessárias serão alavancadas através da promoção da interlocução entre os mais diversos agentes - tais como empresas, governo, universidades, institutos de pesquisa, ONGs e sociedade civil. Deste modo, através da atuação em redes, espera-se que estes agentes possam unir seus recursos tangíveis e intangíveis, com o intuito de usufruir das janelas de oportunidade ambientais para um desenvolvimento inovativo ambientalmente sustentável e economicamente sustentado.

Contato: Flavia Carvalho

 

Estratégias e Práticas de Corporate Venturing no Contexto Brasileiro

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O Corporate Venturing pode ser uma opção estratégica para as empresas para a identificação de novos negócios e completar ou renovar seus portfólios de negócios. Ele pode ser usado para a captura de valor de sua atividade central alavancando competências em produtos/mercados operacionais e/ou estrategicamente relacionados com o negócio principal; desenvolver novas competências que possam ampliar a oferta da empresa para novos clientes e mercados que anteriormente estavam fora de alcance; e criar uma plataforma para dar fluxo às idéias novas e relevantes, que surjam interna ou externamente.

A pesquisa tem como objetivo fazer o levantamento e sistematização das práticas usadas por grandes empresas selecionadas, para transformar idéias em novos negócios. Também busca fazer a identificação de iniciativas de Corporate Venturing como busca de novas oportunidades para gerar valor aos seus acionistas e para enfrentamento do ambiente competitivo em que estão inseridas. A pesquisa envolve uma Survey, uma pesquisa qualitativa, encontros temáticos e estudos de caso, concluindo com um seminário nacional.

Contato: Guilherme Silveira

 

Impacto da Cultura Organizacional na Gestão da Inovação

A pesquisa em questão tem como objetivos mensurar aspectos culturais e perfis culturais de organizações nas quais existam áreas de desenvolvimento de pesquisas, mensurar a eficácia da gestão da inovação nestas organizações, bem como avaliar possíveis relações entre a cultura organizacional e a eficácia da gestão da inovação. O desenvolvimento desta pesquisa é fruto de uma parceria entre o Núcleo de Desenvolvimento de Liderança e o Núcleo Bradesco de Inovação.

Contato: Léo Bruno

 

Práticas de Inovação Aberta no Contexto Brasileiro

A análise do modo como o processo de inovação é coordenado pelas organizações assumiu grande relevância junto aos gestores na última década e se tornou uma dimensão crítica dentro do escopo da gestão empresarial. Isso porque a adoção de um modelo estruturado de gestão da inovação se impôs como um fator determinante na implementação de uma estratégia bem sucedida e no estabelecimento de vantagens competitivas. Neste sentido, o Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral se propõe a analisar a adoção das práticas inerentes ao modelo da Inovação Aberta no contexto brasileiro. O termo Inovação Aberta foi cunhado por Henry Chesbrough, em 2003, com o intuito de formalizar um modelo de gestão da inovação, cuja função é capturar e criar valor com base em oportunidades localizadas dentro e fora da organização. Sua principal proposta é que as empresas podem e devem fazer uso de tecnologias e conhecimentos internos e externos para o desenvolvimento de suas inovações. O autor destaca a importância de se analisar o modo como tais tecnologias e conhecimentos podem ser acessados e utilizados para gerar inovações. Neste sentido, ressalta-se a proficuidade do estabelecimento de parcerias com diversos stakeholders. Por outro lado, o autor também frisa a importância da comercialização de subprodutos derivados do processo de inovação, por meio, por exemplo, de licenciamento e de spin-offs.

A partir das práticas salientadas acima, o modelo da Inovação Aberta possibilita às
organizações inovarem de maneira mais rápida, ao minimizar o time to market de uma inovação em decorrência da interação de recursos internos e externos. Possibilita também ao gestor otimizar a utilização de seus recursos e diluir riscos, na medida em que propõe a compra de soluções prontas no mercado ao invés de incorrer em custos para desenvolvê-las, podendo assim alocar mais recursos em seu core business.

Ademais, o modelo de inovação aberta abre canais de comunicação com o ambiente externo e assim amplia as oportunidades de inovação mediante o acesso a novas tecnologias e conhecimentos. Estabeleceu-se como objetivo principal da pesquisa, mapear as práticas de Inovação Aberta em empresas nacionais e multinacionais no Brasil. Para tanto, em um primeiro momento será realizada uma pesquisa quantitativa de caráter descritivo e em um segundo momento serão realizados estudos de caso. A partir dos resultados obtidos, pretende-se contribuir para a ampliação da visão sobre o tema e conhecer melhor a relação das empresas brasileiras com o modelo de Inovação Aberta. Destaca-se que esta pesquisa é realizada em parceria com Open Innovation Center – Brasil, o qual visa melhorar as práticas de Inovação Aberta no Brasil.

Para mais informações entre em contato pelo e-mail
inova@fdc.org.br.
 
Relatórios Internacionais de Competitividade

Com base nas discussões com empresários brasileiros sobre o tema Internacionalização, a FDC observou que os principais obstáculos enfrentados pelas empresas brasileiras nesse processo não eram intrínsecos às firmas e, sim, pareciam relacionados às condições que os países ofereciam às mesmas para produzir e competir internacionalmente. A partir dessa experiência, e considerando que a competitividade das nações está relacionada à capacidade nacional em dar suporte às empresas a competirem nacional e internacionalmente, enquanto incrementam os níveis de emprego e renda do país (OCDE, 1996), a FDC dedica esforços em compreender a evolução da competitividade do Brasil. Para tanto, estabeleceu parcerias com as principais instituições que se dedicam a analisar a competitividade das nações: o World Economic Forum e o International Institute of Management Development (IMD). Responsável pela coordenação das pesquisas do The Global Competitiveness Report (WEF) e World Competitiveness Yearbook (IMD) no Brasil, a FDC busca compreender fatores como infraestrutura, sofisticação nos negócios, ciência e tecnologia, capital humano, entre outros e a forma como esses mesmos fatores vem a impactar a atuação e o desempenho das firmas no Brasil e nos mercados internacionais. Além desses elementos que afetam as firmas no curto prazo, a equipe do projeto dedica especial atenção à Inovação, sendo esse fator considerado como o maior propulsor da competitividade nacional no longo prazo.

A fim de renovar sempre os estudos sobre o tema, a equipe de competitividade da FDC realiza também outras pesquisas, com destaque para:

• Projeto Inovação nos BRICs: Mapeamento e avaliação das iniciativas de inovação e
transferência de conhecimento entre as multinacionais dos BRICs (Rússia, Índia e China) para as plataformas produtivas brasileiras.
• Projeto Cadeias Produtivas: Em consequência dos primeiros resultados observados
no Projeto PDP, procuraremos compreender como a competitividade das empresas
pode estar relacionada à cadeia produtiva global na qual a mesma se insere. E como
seria possível incrementar a competitividade das nações e das empresas a partir da reformulação das cadeias produtivas nacionais.

 
Inovação Médias Empresas

O Núcleo Bradesco de Inovação da Fundação Dom Cabral (FDC) deseja coletar informações para compreender e avaliar as práticas de inovação nas empresas de médio porte brasileiras. Inovação esta que poderá se classificar como resultante em produtos, serviços, processo ou ainda modelos de negócios. Os participantes da pesquisa serão os presidentes e principais dirigentes dessas empresas.

Os resultados obtidos serão divulgados através da publicação de artigos, divulgação em seminários organizados pela FDC junto à comunidade empresarial e geração de conhecimento específico para empresas e executivos. O intuito é auxiliar o desenvolvimento estratégico da inovação como um dos possíveis diferenciais competitivos para as organizações.

 

Inovações Financeiras – Cash Management

Outro projeto de pesquisa desenvolvido pelo Núcleo busca mapear os principais setores da economia brasileira. O objetivo é buscar empresas que apresentem diferenciais competitivos tanto na sua estratégia de curto e longo prazo, quanto na gestão das operações e inovação, com vistas ao crescimento sustentado e possíveis necessidades de caixa para atender ao nível de serviço desejado pelos clientes.

Saiba mais...
 

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