|
 |
| Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XsnLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | FileType | xsn | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.2 | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.3 | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.4 | 255 | | Exibir no Navegador da Web | /_layouts/images/ichtmxls.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&DefaultItemOpen=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsx | 255 | | Exibir no Navegador da Web | /_layouts/images/ichtmxls.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&DefaultItemOpen=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsb | 255 | | Instantâneo no Excel | /_layouts/images/ewr134.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&Snapshot=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsx | 256 | | Instantâneo no Excel | /_layouts/images/ewr134.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&Snapshot=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsb | 256 |
|
|
| Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XsnLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | FileType | xsn | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.2 | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.3 | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.4 | 255 | | Exibir no Navegador da Web | /_layouts/images/ichtmxls.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&DefaultItemOpen=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsx | 255 | | Exibir no Navegador da Web | /_layouts/images/ichtmxls.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&DefaultItemOpen=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsb | 255 | | Instantâneo no Excel | /_layouts/images/ewr134.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&Snapshot=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsx | 256 | | Instantâneo no Excel | /_layouts/images/ewr134.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&Snapshot=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsb | 256 |
|
|
|
 |
|
|
|
|
|
Portal FDC > Página Principal > Espaço de Diálogo Sustentabiliadde
|
|
09/05/2013
Por Brener Fidélis de Seixas – Bolsista de Pesquisa da FDC
Inserir a sustentabilidade no sistema de gestão empresarial é um dos grandes problemas enfrentados pelos gestores. Alinhar a sustentabilidade com as várias funções gerenciais de uma empresa tem se mostrado uma dificuldade, pois, se por um lado, os custos para a implementação de um setor responsável pelas questões da sustentabilidade são muito altos, por outro, muitos gestores não possuem clareza com relação à definição de sustentabilidade e sua operacionalização dentro das empresas. Considerando-se isso, o Centro de Desenvolvimento da Sustentabilidade na Construção (CDSC) da Fundação Dom Cabral, juntamente com a incorporadora e construtora MASB, desenvolveu uma ferramenta com diretrizes e passos para auxiliar os gestores interessados em trabalhar a sustentabilidade em seus sistemas de gestão. Para esse fim, apontamos um caminho que vai da avaliação da sustentabilidade e definição de prioridades corporativas até a proposição de pontos centrais para atuação dos diferentes setores da empresa em relação à sustentabilidade. Esse processo culmina em um sistema de gestão da qualidade que incorpora aspectos da sustentabilidade, além de políticas e diretrizes apoiadoras da atuação responsável dos colaboradores.
Para conhecer a ferramenta, clique em um dos links abaixo:
Por: Marília Carneiro Ferreira, Núcleo Petrobras de Sustentabilidade
O desenvolvimento econômico não é uma antítese do desenvolvimento humano – ao contrário, é carregado de potencialidades para a alavancagem deste, e vice-versa. Da mesma forma, desenvolvimento econômico humano e sustentável não é um oximoro se estivermos certos de que nossos interesses acerca do futuro do ambiente global e da economia residem na expectativa e esperança de benefícios para muitos, e não para poucos, senão para todos.
O capitalismo ainda não beneficiou igualmente os ricos e pobres e não está fadado a permanecer litigioso. As oportunidades para o desencadeamento de ações proativas estão sendo expostas e muitas empresas já se empenham para atender às suas necessidades, ao mesmo tempo recorrendo às necessidades das comunidades onde atuam, e incorporando as urgências ambientais atuais de preservação e resgate. Em um capitalismo inclusivo que incorpore valores, preocupações e interesses antes excluídos, o setor empresarial, como sua espinha dorsal, pode se tornar o catalisador para as transformações exigidas rumo ao desenvolvimento sustentável global, sem que tenham que sacrificar seu desempenho financeiro em nome de obrigações sociais.
O que antes separava os negócios dos interesses sociais, hoje está se fundamentando em novas e criativas técnicas para a combinação das duas coisas por meio de parcerias corporativas com diversas formas de inovação social – investimento privado estratégico, negócios sociais, cooperação e parcerias com ONGs, etc. O patamar atual do desenvolvimento sustentável já alinhou o desenvolvimento humano ao econômico, convertendo questões sociais e ambientais em oportunidades estratégicas. A chamada para a urgência do agir, começa – embora ainda a passos lentos – a se transmutar em direção à nova etapa do processo, o como agir.
Lidando com as oportunidades e capacidades das pessoas, ao mesmo tempo em que se ampliam sua liberdade de escolha para que possam se tornar aquilo que desejam ser, o foco do desenvolvimento é realocado para o humano enquanto a renda passa a ser um meio para a elevação da qualidade de vida, que incorpora outras características como as sociais, culturais e políticas. O crescimento por si só não garante o bom desenvolvimento, aquele que seja distante das desigualdades, do desemprego e da pobreza.
30/04/2013
Por: Marília Carneiro Ferreira, Núcleo Petrobras de Sustentabilidade
Incluir sustentavelmente implica em trabalhar a inclusão alinhada a três frentes: a empresa, a comunidade e o meio ambiente, visando a uma perspectiva “ganha-ganha-ganha” em que as possibilidades de inclusão pela empresa e pela comunidade resultam em ganhos mútuos e em ganhos para a sociedade e para o meio ambiente. A noção de Mercados Inclusivos não só defende esta proposição, como a utiliza para a elaboração de seu modelo mental de um futuro sustentável que seja capaz de incluir pobres e ricos por meio das forças de mercado, em um sistema inovador e competitivo, ao mesmo tempo desenvolvedor da humanidade e mitigador da destruição dos ecossistemas e da biodiversidade.
A atualidade demonstra a urgente necessidade de se incluírem os pobres ao mercado, parcela esta que, por muito tempo, não recebeu a devida atenção das empresas que, por sua vez, deixaram de se engajar em uma oportunidade de expansão de seus negócios ao relegarem os desafios dessa nova perspectiva de mercado. Assim, pela transformação de seus valores, as empresas utilizam seu poder de inclusão para assegurar o crescimento dos mais pobres, abrindo-lhes caminhos para lidarem com o surgimento de novas escolhas, como condições decentes de trabalho, participação social mais igualitária, aumento da qualidade de vida e da autoestima, etc. Por outro lado, esta inclusão renova a capacidade de inovação das empresas, gerando, também, novas oportunidades de crescimento ao reduzir a informalidade e fragmentação dos negócios realizados pelos menos favorecidos, tornando seus produtos competitivos e, ao mesmo tempo, criando novos mercados.
Por seu turno, quando utiliza seu poder de inclusão, a comunidade torna-se mais ativa em seus engajamentos políticos, exigindo, conquistando e construindo a melhoria de suas condições básicas de vida – como infraestrutura, saneamento, etc. – e tornando mais integradas as soluções para os seus problemas. Ao adquirirem maior coesão social e voz política, as comunidades tornam-se mais atrativas para instalações produtivas em sua área, permitindo a expansão de diversos negócios que terão mais segurança de se estabelecerem nestas localidades, transportarem seus produtos por ela e fornecerem seus serviços com maior facilidade e agilidade. Em contrapartida ao aval social para atuarem, das empresas será cobrada responsabilidade por quaisquer danos, sejam ambientais ou sociais. Por estas razões, é insuficiente atribuir a capacidade de inclusão somente às empresas, pois as comunidades também são dotadas desta mesma capacidade, embora a exerçam de modo diverso.
O relacionamento entre empresa e comunidade é essencial para a expansão de negócios rentáveis e crescimento no longo prazo, favorecendo a demanda e oferta ascendentes de mão de obra mais qualificada e o fortalecimento das cadeias de valor, enquanto se proporciona o desenvolvimento humano ao expandirem as oportunidades das pessoas para que tenham mais qualidade de vida. Em consequência, as estratégias conjuntas para a inclusão e a redução das vulnerabilidades ambientais são capazes de reduzir a vulnerabilidade de grupos menos favorecidos, e otimizar processos produtivos, enquanto a preservação do meio ambiente é garantida, sendo esta a garantia da plena realização econômica e social.
05/04/2013
Por: Lucas Amaral Lauriano – Pesquisador da FDC
A sustentabilidade nas organizações pressupõe uma série de iniciativas e mobilizações internas que visam a preparar o sistema de gestão empresarial para lidar com aspectos socioambientais. Normalmente, alguém ou uma equipe se torna responsável pela inserção da sustentabilidade nas empresas, mas isso não significa que o tema deve permanecer preso a esta área ou setor. Ao contrário, a sustentabilidade deve ser transversal, e abarcar todas as atividades das empresas. As organizações comprometidas com o tema criam sistemas de indicadores e metas que visam a mensurar os avanços e os impactos causados por suas atividades. Nesse sentido, o que as empresas brasileiras têm feito?
Sendo esta uma das muitas dúvidas que tínhamos em relação ao comportamento das empresas brasileiras, realizamos, em 2012, a primeira edição da pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras, estudo que contou com a participação de 172 empresas, e buscou avaliar como está a gestão da sustentabilidade nas empresas brasileiras.
Os dados encontrados na pesquisa, mostrados abaixo, sugerem que, apesar de as empresas já possuírem equipes responsáveis pelas questões de sustentabilidade, ainda é preciso criar metas individuais para as questões socioambientais. Os dados mostram que as empresas começam a criar metas globais para lidar com essas questões mas, sem alcançar o nível individual, os colaboradores podem não se sentir parte do processo. Além disso, se há metas dentro da empresa, mas não há uma definição clara de quem deve cumpri-las, essas metas dificilmente serão alcançadas.
Na pesquisa, é possível observar que as empresas brasileiras entendem o conceito de sustentabilidade e seus diversos aspectos, mas, as metas, indicadores e mensuração das atividades empresariais são aspectos que precisam ser melhorados.
Esses são alguns dos resultados encontrados na pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras.
22/03/2013
Por João Henrique Bueno – Bolsista de Pesquisa da FDC
Com o crescimento populacional e o aumento da demanda por recursos, começam a emergir preocupações em relação aos impactos causados ao meio ambiente. Os efeitos desses frequentes impactos para o planeta estão se tornando maiores ao longo dos anos. Prova disso pode ser encontrada em pesquisa desenvolvida pelo Centro de Resiliência de Estocolmo (Stockholm Resilience Centre – em inglês) sobre as fronteiras planetárias existentes.
No trabalho, foram identificadas e mensuradas nove fronteiras planetárias (Figura 1), dentro das quais a humanidade pode agir seguramente, sem causar danos irreversíveis ao planeta.
Figura 1. Fronteiras Planetárias
De acordo com a pesquisa, essas barreiras são o limite para que o planeta se mantenha no Holoceno, o estado de estabilidade em que o planeta se encontra há aproximadamente 10.000 anos. A característica estável do holoceno foi essencial para possibilitar aos seres humanos se desenvolverem e prosperarem. O estudo, porém, chama a atenção para um novo estado sistêmico que pode surgir, o chamado Antropoceno. Nele, as práticas dos seres humanos são o principal fator de mudanças no ambiente, gerando efeitos irreversíveis.
Na pesquisa, estima-se que já foram ultrapassadas três fronteiras – mudanças climáticas, perda de biodiversidade e alteração no ciclo do nitrogênio. Apesar de já terem sido ultrapassadas, não se sabe ao certo quanto tempo levará até que efeitos irreparáveis comecem a acontecer. Outro fator apresentado na pesquisa mostra que as fronteiras são interdependentes, fazendo com que, ao transgredir uma delas, outra barreira seja mais facilmente atingida.
Os autores também ressaltam que a pesquisa não apresenta uma direção a ser seguida sobre como promover o desenvolvimento sustentável. Ao invés disso, eles acreditam que, ao identificarem as fronteiras, podem incentivar as pessoas e os formuladores de políticas públicas a se tornarem mais proativos, buscando prevenir para que as fronteiras não sejam transgredidas, evitando danos irreversíveis ao meio ambiente.
08/03/2013
Por: Lucas Amaral Lauriano – Pesquisador da FDC
As organizações brasileiras começam a se engajar em questões que envolvem a sustentabilidade, de acordo com a pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras, realizada pelo Núcleo Petrobras de Sustentabilidade. Esse movimento ainda é muito recente, e as próprias empresas reconhecem as dificuldades de lidar com os novos desafios que a sustentabilidade coloca. Ao começarem a atuar nessas questões, as empresas percebem que sozinhas não darão conta de responder todas as demandas de suas partes interessadas, e veem nas parcerias uma oportunidade de sanar, ao menos em parte, essa falta de capacidade.
No caso brasileiro, é possível observar que as parcerias têm sido realizadas com atores específicos. A pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras aponta que os clientes são os maiores parceiros das empresas na solução de problemas sociais e ambientais, enquanto parcerias com instituições de caridade ainda não são tão recorrentes.
 Total de respostas: 172
É interessante observar que as parcerias podem ocorrer de diferentes formas e com diferentes partes interessadas, de acordo com as questões envolvidas. Em outra pesquisa realizada pelo Núcleo de Inovação da FDC, denominada Inovações Ambientais, as empresas afirmam que, em questões específicas de inovações que diminuem impactos ambientais negativos, as universidades ou institutos de pesquisa são os maiores parceiros das empresas.
A realização de parcerias, seja com universidades, ONGs ou clientes, é uma das formas de atuação para a sustentabilidade que pode trazer muitos resultados para as organizações em termos de inovação, diminuição de custos, mudanças internas ou ganhos de reputação e credibilidade, mas, ao que tudo indica, as empresas brasileiras ainda precisam melhorar nessa questão.
22/02/2013
João Henrique Bueno – Bolsista de Pesquisa da Fundação Dom Cabral
Em 2012, o Núcleo Petrobras de Sustentabilidade realizou a pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras, que contou com a participação de 172 empresas de todo o país. De acordo com os achados da pesquisa, existem algumas iniciativas realizadas pelas empresas que são voltadas ao tema da sustentabilidade. Os respondentes deveriam apontar, dentre as opções, aquelas que suas empresas realizam.
Percebe-se, segundo o resultado, que a maior preocupação das empresas está em oferecer produtos e serviços mais eficientes em relação aos gastos energéticos, tendo essa iniciativa recebido 82% das respostas. Esse resultado mostra que a inclusão da sustentabilidade nas empresas é ainda voltada para a redução de gastos, buscando assim mais eficiência na produção de seus bens. Outra iniciativa bastante presente nas respostas apresentadas pelas empresas se relaciona ao desenvolvimento de produtos e serviços sustentáveis, com 57% das respostas, seguida da oferta de treinamento aos colaboradores, visando aumentar a sua conscientização, com 55%.
 A iniciativa que apresentou menor percentual de respostas, de acordo com a pesquisa, diz respeito ao aumento da conscientização da marca como sendo “verde”, ou socialmente responsável, sendo realizada por somente 20% das empresas respondentes. Essa baixa preocupação na divulgação da marca pode ter ocorrido pelo fato de as empresas brasileiras já se pensarem como socialmente e ambientalmente responsáveis, mesmo que suas práticas mostrem que ainda é preciso melhorar em algumas questões relacionadas à sustentabilidade. A utilização da sustentabilidade como um diferencial mercadológico, como se observa na figura, vem em seguida, com 39% do total de respostas.
Confira aqui o relatório da pesquisa Estágio da Sustentabilidade nas Empresas Brasileiras.
06/02/2013
Por: Lucas Amaral Lauriano – Pesquisador da FDC
O objetivo da pesquisa foi o de avaliar em qual estágio de sustentabilidade as empresas brasileiras se encontram. A análise envolveu sete aspectos da gestão para a sustentabilidade: liderança; relacionamento com stakeholders; transparência; capacidade de resposta; conceito de sustentabilidade; estrutura e intenção estratégica.
Os resultados indicam que as empresas brasileiras começam a agir em prol da sustentabilidade, mas em um nível ainda muito voltado para o ganho de credibilidade e reputação. A avaliação mostra também que há uma dissociação entre a percepção da sustentabilidade para os negócios e sua aplicação no sistema de gestão das empresas brasileiras. Se, por um lado, as empresas já entendem a sustentabilidade e seus diversos aspectos, por outro lado, elas não compreendem como incorporá-la em seus sistemas de gestão. De fato, 87% das empresas brasileiras concordam que muitas organizações promovem a sustentabilidade, mas não estão realmente comprometidas com a questão.
O relatório, com a avaliação dos sete aspectos considerados, e o estágio da sustentabilidade das empresas brasileiras, foi apresentado no 1º Encontro Técnico Empresarial do Centro de Desenvolvimento da Sustentabilidade na Construção, ocorrido no dia 3 de dezembro de 2012, em Belo Horizonte. Em 2013, será realizada a segunda edição da pesquisa, com o objetivo de acompanhar a evolução da gestão empresarial para a sustentabilidade no País e no setor.
29/01/2013
Por: Eduarda Ribeiro Carvalhaes – Bolsista de Pesquisa da FDC
As empresas já enxergam a sustentabilidade como um tema relevante para seus negócios. Contudo, a atuação destas em prol de tal tema ainda acontece de maneira tímida, sendo atrelada, na maioria das vezes, apenas a questões pontuais. Para a incorporação da sustentabilidade no sistema de gestão empresarial, é preciso que o tema seja transversalizado em todos os setores e áreas da empresa, e inseri-lo no planejamento estratégico, processo que guia o desenvolvimento, a construção e a inovação de serviços e produtos.
Representante de 300 marcas vendidas em 180 países, a empresa Procter & Gamble se encaixa neste caso. Originária do Reino Unido, a organização possui, desde a sua origem, em 1873, um compromisso ético de “fazer a coisa certa”. Todavia, a sua atuação em prol da sustentabilidade se baseava, até 2005, em demandas criadas pela agenda global para a sustentabilidade. Com o aumento de pressões dos consumidores por empresas e produtos mais sustentáveis, houve a demanda por mudanças mais profundas e concretas. Desta forma, em 2007, a P&G lançou uma nova estratégia de sustentabilidade.
A primeira mudança feita dentro da empresa foi a inserção, de forma explícita nos seus valores e, com isso, no seu DNA, do conceito do Desenvolvimento Sustentável, tendo como objetivo primordial influenciar não só os seus consumidores, mas também os seus trabalhadores. Além disso, houve a inserção de um novo princípio voltado especificamente para a sustentabilidade.
Sabendo que apenas as modificações dos valores e princípios da empresa não levariam à inserção rápida e natural dos fundamentos do conceito, foi construído um novo Planejamento Estratégico, baseado nos seguintes princípios:
• Fornecer para o consumidor produtos, com inovações sustentáveis, a fim de melhorar seu perfil ambiental. • Melhorar o perfil ambiental das operações. • Melhoria de vida através de nossos programas de responsabilidade social. • Engajar os funcionários a desenvolverem práticas de sustentabilidade dentro do seu dia a dia. • Moldar o futuro, trabalhando de forma transparente com stakeholders, a fim de permitir a liberdade contínua de inovar de maneira sustentável.
O progresso significativo advindo das mudanças de estratégias instauradas em 2007 fizeram com que novas metas fossem feitas em 2009, modificando desta maneira a atuação pontual da empresa para uma atuação coordenada, tendo como base questões ambientais, econômicas e sociais. Para saber detalhadamente das mudanças estratégicas e das ações positivas advindas deste processo, leia a resenha “Planejamento Estratégico Sustentável – Building a Sustainability Estrategy Into The Business”.
21/01/2013
Por: Lucas Amaral Lauriano – Pesquisador da FDC
O Núcleo Petrobras de Sustentabilidade, por meio de seu Centro de Desenvolvimento da Sustentabilidade na Construção (CDSC), realizou em 2012 a primeira edição da pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras, estudo que contou com a participação de 172 empresas de todas as regiões do País. Compreendendo que a incorporação da sustentabilidade pode acontecer de forma diferente nos diversos setores da economia, o CDSC produziu também uma avaliação complementar, ao analisar o estágio da sustentabilidade do setor da construção brasileiro. Este complemento contou com a participação de 56 empresas da construção.
O objetivo da pesquisa foi o de avaliar em qual estágio de sustentabilidade as empresas do setor da construção se encontram. A análise envolveu sete aspectos da gestão para a sustentabilidade: liderança; relacionamento com stakeholders; transparência; capacidade de resposta; conceito de sustentabilidade; estrutura e intenção estratégica.
Os resultados indicam que as empresas do setor começam a agir em prol da sustentabilidade, mas em um nível ainda muito voltado para o ganho de credibilidade e reputação. A avaliação mostra também que há uma dissociação entre a percepção da sustentabilidade para os negócios e sua aplicação no sistema de gestão das empresas brasileiras. Se, por um lado, as empresas já entendem a sustentabilidade e seus diversos aspectos, por outro lado, elas não compreendem como incorporá-la em seus sistemas de gestão. De fato, 91% das empresas do setor concordam que muitas organizações promovem a sustentabilidade, mas não estão realmente comprometidas com a questão.
Os resultados do complemento do setor da construção são bastante parecidos com os resultados da pesquisa nacional. Porém, os dados demonstram que o setor apresenta porcentagens menores em algumas questões que envolvem mensuração de resultados e transparência. Para se ter uma ideia, apenas 27% das empresas do setor afirmam medir os impactos sociais de suas iniciativas sociais realizadas, enquanto na pesquisa nacional essa porcentagem sobe para 45%. Situação similar é observada para mensuração do impacto de iniciativas socioambientais para os negócios.
A avaliação dos sete aspectos considerados e o estágio da sustentabilidade das empresas do setor foram apresentados no 1º Encontro Técnico Empresarial do Centro de Desenvolvimento da Sustentabilidade na Construção, ocorrido no dia 3 de dezembro de 2012, em Belo Horizonte. Em 2013, será realizada a segunda edição da pesquisa, com o objetivo de acompanhar a evolução da gestão empresarial para a sustentabilidade no País e no setor.
Os principais achados da pesquisa podem ser encontrados aqui.
| Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XsnLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | FileType | xsn | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.2 | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.3 | 255 | | Editar no Navegador | /_layouts/images/icxddoc.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/formserver.aspx?XmlLocation={ItemUrl}&OpenIn=Browser | 0x0 | 0x1 | ProgId | InfoPath.Document.4 | 255 | | Exibir no Navegador da Web | /_layouts/images/ichtmxls.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&DefaultItemOpen=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsx | 255 | | Exibir no Navegador da Web | /_layouts/images/ichtmxls.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&DefaultItemOpen=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsb | 255 | | Instantâneo no Excel | /_layouts/images/ewr134.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&Snapshot=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsx | 256 | | Instantâneo no Excel | /_layouts/images/ewr134.gif | /pt/blog_sustentabilidade/_layouts/xlviewer.aspx?listguid={ListId}&itemid={ItemId}&Snapshot=1 | 0x0 | 0x1 | FileType | xlsb | 256 |
|
|
|
|
|
|
|
|