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    <title>Espaço de Logística: Postagens</title>
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    <description>Alimentação RSS para a lista Postagens.</description>
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      <title>Tendências para a Aviação Nacional</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass0AD44FDF206144D18E78BEF94650C498><div><em><font face="Trebuchet MS" size=2>Por <strong>Hugo Braga</strong>, professor convidado da Fundação Dom Cabral</font></em></div>
<p align=center><img height=266 src="/pt/PublishingImages/blogs/aviacao.bmp" width=400 border=0></p>
<div> </div>
<div><font face="Trebuchet MS" size=2>O histórico do setor de aviação nacional origina-se, fundamentalmente pelo desbravamento de empreendedores estrangeiros, quando da criação de empresas como a Varig e Panair. Este era o tempo de uma aviação romântica, iniciando as suas operações com poucos recursos, ausência de legislação e um mercado brasileiro carente por este modal de transportes, devido às conotações econômicas do século passado. </font></div>
<div><br><font face="Trebuchet MS" size=2>No entanto, o passar do tempo trouxe os avanços tecnológicos e a inserção do país entre as maiores potências emergentes globais, ressaltando períodos anteriores marcados por sérios embates políticos e inflacionários, sendo estes, critérios sensíveis ao desempenho da aviação. <br></font></div>
<div><font face="Trebuchet MS" size=2>Como o desenvolvimento nacional, lastreado pela implementação de planos econômicos e fiscais, a aviação moderna somente tornou-se viável, após a adoção de convenções internacionais, citando, por exemplo, a de Chicago, versando sobre os limites do capital internacional na composição societária. </font></div>
<div><br><font face="Trebuchet MS" size=2>Porém, o mundo atual é dinâmico, com muita agilidade no seu processo decisório. Observando a própria economia brasileira e a ascensão das classes C e D em seu poder de compra, as empresas de aviação, iniciaram um processo de venda de passagens em supermercados e lojas varejistas, um processo outrora inimaginável. </font></div>
<div><br><font face="Trebuchet MS" size=2>De um modelo unicamente focado na diferenciação, mas com pouca escala, a opção atual perpassa para operações de baixo custo, com serviços proporcionais, mas com ampla escala a ser explorada. Trata-se de um mercado representado por empresas como a Gol Linhas Aéreas, Azul e Webjet, forçando a um novo modelo de negócios e no repensar da aviação. </font></div>
<div><br><font face="Trebuchet MS" size=2>Mediante este cenário, alguns gargalos precisam de solução. Um deles é o estrangulamento funcional dos aeroportos, operando no limite do conforto, da segurança e do espaço. Da mesma forma, o espaço aéreo nacional, demandando mais operadores de vôo e tecnologia para a sua supervisão. <br>O aumento da demanda, não veio acompanhado pelo aumento da oferta, gerando uma sobrecarga de trabalho nas tripulações, executivos do setor e dos aviões. Como resposta, os passageiros vêm recebendo um serviço de baixa qualidade e preços elevados. </font></div>
<div><br><font face="Trebuchet MS" size=2>Caberia a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) regulamentar com eficiência o segmento, não sendo este o caso observado. Mas o problema é da ANAC? A resposta é direcionada a um código nacional de aviação da época do controle militar, além de um conselho nacional que não vem exercendo as suas funções de acompanhamento e lançamento de diretrizes, para um setor repleto de “comandos” públicos. </font></div>
<div><br><font face="Trebuchet MS" size=2>Finalmente, para uma nação que pretende sediar jogos esportivos de grande porte, a única opção seria o desenvolvimento de um planejamento estratégico de curto e longo prazo, com a participação governamental regulatória e a privada, para investimentos, pois do contrário, corremos o risco de um apagão aeroportuário. <br></font></div></div></div>
<div><b>Publicada:</b> 25/08/2010 11:57</div>
]]></description>
      <author>Administrador Portal</author>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 15:00:43 GMT</pubDate>
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