Fundação Dom Cabral

 

Sumário Executivo: Brasil precisa criar uma agenda positiva para reverter a trajetória de queda em ranking global de competitividade.

Ano de Publicação 2016
Publicação Nova Lima: Fundação Dom Cabral, 2016.
Paginação 12 p.
Autor(es) OLIVEIRA, Carlos Alberto Arruda de; BURCHART, Ana Luiza Lara de Araújo; BEDÊ, Fernanda Milagres.
Tipo de Publicação Relatório de Pesquisa
Autor Principal
Outros Autores OLIVEIRA, Carlos Alberto Arruda de; BURCHART, Ana Luiza Lara de Araújo; BEDÊ, Fernanda Milagres.
Resumo SÃO PAULO (SP) 30 DE MAIO DE 2016–Em 57º lugar no ranking mundial do IMD, o Brasil acumula uma perda de 19 posições em seis anos no Relatório Global de Competitividade. Depois de atingir sua melhor posição em 2010 (38º lugar) neste relatório que é publicado desde 1989 pelo IMD (Suíça) e que no Brasil conta com a parceria da Fundação Dom Cabral, o Brasil se mantém no bloco dos países menos competitivos do mundo ficando à frente apenas da Croácia, Ucrânia, Mongólia e Venezuela. No topo do ranking os destaques são Hong Kong e Suíça, que ultrapassaram os Estados Unidos ficando na 1ª e 2ª posição respectivamente. Como destaca o coordenador do estudo, Prof. Arturo Bris, os países mais competitivos do mundo têm em comum o foco na criação de um ambiente regulatório amigável para a atividade empresarial, além de infraestrutura e instituições eficazes e inclusivas. Na América Latina apenas o Chile (36º lugar) não está entre os 20 países menos competitivos e a Argentina é destaque no relatório deste ano avançando quatro posições, inclusive o Brasil. Colômbia e o Peru mantiveram suas posições em 54ª e 51ª respectivamente e a Venezuela se confirma como o país menos competitivo do mundo.
Idioma Português
Número de Referência 339.137.2(81) A779s 2016
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